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EXPLOSÕES DE GÁS EM HABITAÇÕES

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                                                    -Tudo Poderia Ser Evitado-

 

                          

                         Fonte - epa-european pressphoto agency

                                                       

A ASPROCIVIL – Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil, alerta o país e as Entidades responsáveis pelo sector dos gás e da electricidade, para o facto de conjugar esforços com os protagonistas do sector, que vão desde a ERSE, que é a entidade com a responsabilidade Reguladora dos Serviços Energéticos, sendo responsável pela regulação dos sectores do gás natural e da electricidade, aos distribuidores, construtores, condomínio de edifícios e com a população utilizadora em geral  para que concentrem na divulgação de medidas de prevenção, como a informação e a fiscalização.

Mais uma vez, repete-se o drama de todos os invernos, sendo que este mês de Dezembro tem sido rico em matéria de explosões de gás em habitações.

·         A primeira no inicio deste mês em que uma fuga de gás seguida de explosão provocou no passado dia 1 um ferido e a destruição parcial de uma habitação em Vila Nova de Cerveira.

·         A segunda explosão ocorreu em Figueira de Castelo Rodrigo fez esta sexta-feira três feridos graves, e muitos danos materiais.

·         A terceira ocorreu ontem, dia 20 de Dezembro em Vila Viçosa provocando 4 feridos, 3 em estado grave, incluindo um deles um bébé de 6 meses. Nesta explosão a habitação ficou completamente destruída.

A ASPROCIVIL, Não aceita nem entende, a fraca ação das entidades responsáveis, que permite a continuação destes acidentes, em que as vitimas, são normalmente cidadãos completamente alheios aos riscos e funcionamento das instalações de gás.

É percetivel, que a atual organização de control e fiscalização não funciona, pelo que se impõe, o aumento e melhoria das medidas de prevenção (e fiscalização) destes acontecimentos, no quadro do que foi enunciado no 1º paragrafo deste comunicado.

Informação, fiscalização, formação e credenciação, são as palavras chaves que podem reduzir em muito estes acontecimento graves.

Assim a ASPROCIVIL ACONSELHA:

 Para evitar incêndios e explosões tome as seguintes medidas:

 

1.      Na instalação de botijas de gás  utilize somente mangueiras certificadas e confira sempre o seu prazo de validade.

2.      A cada dois anos, toda a instalação deve e revisada por um técnico competente e certificado, a fim de sanar qualquer defeito que ponha em risco sua segurança;

3.      Quando não estiver utilizando o fogão, ou outro aparelho de gás mantenha a respectiva torneira fechada.

4.      Não coloque cortinas, panos de prato ou outros materiais que possam pegar fogo junto ao fogão sobre a botija ou sobre as mangueiras;

5.      Não tente eliminar vazamento de maneira improvisada (com sabão, cera, etc), chame um técnico credenciado;

6.      Ao sentir cheiro de gás,

            a.      não acenda fósforos ou isqueiros,

            b.      não acione interruptores de eletricidade,  nem mesmo acenda a luz pois esse ato, poderá causar uma explosão.

           c.       Abra imediatamente todas as portas e janelas para ventilar o ambiente chame a empresa distribuidora de gás;

     7.      Não permita que as crianças tenham acesso ao forno ou fogão.

     8.      Ensine os seus familiares a fechar a torneira do gás.

     9.      Ao sair de casa, nunca deixe panelas no fogo e feche a torneira de gás;

   10.  Em caso de queimaduras, mantenha a calma e apenas lave com água corrente, sem retirar qualquer roupa ou objeto que tenha “colado” à pele não passe nenhum tipo de pomada ou outro creme.

           a.      Ligue imediatamente para o numero de emergência 112, dando o máximo de detalhes do acidente.

 

Lisboa, 21 de Dezembro 2011

A AsproCivil

Ricardo Ribeiro

  PRESIDENTE    

 http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/asprocivil-gas-electricidade-explosoes-tvi24/1310576-4071.html

http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/associacao-alerta-para-regras-de-seguranca-apos-varias-explosoes-de-gas_13514694.html

http://m.dn.pt/m/newsArticle?contentId=2198768&related=no

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=549180

http://aeiou.expresso.pt/protecao-civil-associacao-alerta-para-regras-de-seguranca-apos-varias-explosoes-de-gas=f695701

Actualizado em ( Sexta, 30 Dezembro 2011 16:20 )
 

COMUNICADO Nº 13/2011

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                                CONSEQUÊNCIAS DO MAU TEMPO SÃO EVITÁVEIS

                  

                    

 

 

A ASPROCIVIL – Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil, vem de novo alertar o País para a necessidade de se tomarem medidas preventivas, relativamente aos riscos que repetidamente todos os anos se colocam. Nesta altura do ano é por demais evidente o aparecimento de condições meteorológicas excepcionais, pelo que não compreende a ASPROCIVIL, como é que instituições do Estado, Câmaras Municipais e proprietários em geral, não tomam as medidas básicas e estratégicas com vista a condicionar as consequências dessas intempéries.

 

Sabendo nós que tivemos um verão excepcionalmente alargado, obviamente se previa o amontoar de resíduos e sobrantes decorrentes do próprio verão, sendo por isso necessário proceder urgentemente à limpeza de valas, ribeiros, ribeiras, caleiras, redes de águas fluviais e outros, de forma a garantir o melhor escoamento das águas da chuva.

 

Igualmente apela a ASPROCIVIL para a execução urgente de obras de infraestruturas em locais considerados de risco, de planeamento, implantação e desenvolvimento urbanístico, executado de forma sustentável com o objectivo de anular ou condicionar o risco de cheias.

 

Atenção especial para as zonas caracterizadas como zonas de cheias ou alagamento bem como para as ribeiras com características torrenciais, onde a construção desordenada e/ou a impermeabilização dos solos que podem potenciar desastres com consequências graves para as comunidades envolventes.

 

Por fim, aos cidadãos e proprietários em geral, apela-se à limpeza das suas propriedades em especial das infraestruturas de recepção e escoamento de água.

 

Apesar de tudo o que foi dito, e dos alertas ano após ano da ASPROCIVIL, tanto para cheias, como para incêndios, os problemas continuam com o mesmo impacto sem solução à vista, desejamos que este ano as coisas sejam diferentes.

 

       Lisboa, 27 de Outubro 2011

       A AsproCivil

     Ricardo Ribeiro

         PRESIDENTE

Actualizado em ( Quarta, 02 Novembro 2011 15:21 )
 

ASPROCIVIL na SEAI

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A ASPROCIVIL, reuniu-se hoje com a Secretaria de Estado da Administração Interna, onde estiveram presentes por este Orgão do Governo o Dr Tiago Leite e o Dr André Barbosa.

Nesta reunião que a ASPROCIVIL, classifica de produtiva e de ter decorrido num clima de parceria e trabalho futuro conjunto foram abordados os seguintes temas:

  • Pequeno historial da ASPROCIVIL.


 

  • Aplicação das Lei 65/2007, no seu artigo 21º onde se define a necessidade de regulamentar em diploma próprio as funções e carreira dos Técnicos de Protecção Civil.


 

  • A ASPROCIVIL invocou a necessidade de atribuir aos Técnicos Superiores de Protecção Civil (Gestores e Engenheiros) a exclusividade de estes poderem elaborar e actualizar os Planos Municipais e Especiais de Emergência bem como os Planos Operacionais que sejam relativos a segurança colectiva.


 

  • Após discussão do tema o Dr Tiago Leite, ficou sensibilizado para o tema, e solicitou ao Presidente da ASPROCIVIL que a Associação elabora-se uma proposta que será posteriormente objecto de análise e discussão no Gabinete de Sua Excelência o Sr. Secretário de Estado.


 

  • Não cumprimento do enquadramento legal do sector, com a recusa pela esmagadora maioria dos Srs. Presidentes de Câmara em nomear os Comandantes Operacionais Municipais (COM), em claro não cumprimento das Leis da República nº 27 e 65 de 2006 e 2007 respectivamente.


 

  • O facto de alguns dos nomeados, não terem na altura da sua nomeação ,qualquer tipo de formação na área da Protecção Civil. (sendo que a grande maioria continua a não ter!).

  • A falta de elaboração em alguns e de actualização em quase todos dos Planos Municipais de Emergência, sendo que algumas câmaras e Distritos os desenvolveram e/ou actualizaram sem elaborarem/actualizarem as respectivas cartas de risco!


 

  • Após a discussão do tema a ASPROCIVIL apresentou uma proposta para ser avaliada na SEAI sobre a forma de funcionamento funcional e organizacional dos COM’s.


 

  • Igualmente foram abordados temas diversos como a Organização Sistémica da Protecção Civil e a sua subsidiariedade e ainda aspectos ligados à necessidade de credibilizar os riscos colectivos que a nossa sociedade esta exposta, exercícios e simulacros, formação nas escolas.

    • Sobre este ultimo tema ficou igualmente a ASPROCIVIL DE apresentar uma proposta de trabalho a aplicar num Agrupamento de Escolas Piloto em futura parceria eventualmente envolvendo as escolas, os Bombeiros e municípios.

  • Os incêndios florestais foram também objecto de análise conjunta tendo a ASPROCIVIL proposto que todos os anos a SEAI promovesse uma reunião de coordenação sobre o tema “medidas de prevenção de incêndios florestais”, com as seguintes Entidades:


 


 

  • Autoridade Florestal Nacional.

  • Associação Nacional de Municípios.

  • Associação Nacional de Bombeiros Profissionais.

  • Liga de Bombeiros Portugueses.

  • Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários

  • ASPROCIVIL.

  • Representante das Associações de Proprietários.

  • Forças de Segurança


 

  • Desta proposta foi tomada boa nota para análise.

Por fim reeditamos a proposta de um Numero Verde para a Protecção Civil, propsota essa que teve do Chefe de Gabinete do SE, Dr Tiago Leite a informação de que este assunto deverá ser retomado numa data futura.


 

Actualizado em ( Terça, 13 Setembro 2011 16:31 )
 

12/08/2011 por Público

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Explosões em fábrica de pirotecnia de Oleiros provocam um ferido

Duas fortes explosões ocorridas na noite desta quinta-feira, na Pirotecnia Barquense, em Oleiros, conselho de ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, provocaram um ferido, bem como um incêndio florestal e avultados danos na própria fábrica e em edifícios vizinhos. As explosões foram sentidas a vários quilómetros de distância.

 

                                                                   fonte da imagem: abola.pt

“Felizmente que na fábrica não estava ninguém. Se fosse de dia e estivessem pessoas a trabalhar estaríamos a falar de outras consequências”, admitiu o comandante distrital de Operações de Socorro, Paulo Esteves. A potência das explosões na fábrica da Pirotecnia Barquense destruiu pavilhões da empresa, postes de electricidade e até viaturas, além de partir vidros de várias habitações nas proximidades. Segundo vários relatos locais, foram sentidas a “pelo menos” dez quilómetros de distância.

“A nossa prioridade foi salvaguardar dois contentores, com material pirotécnico, que se encontravam no interior e felizmente isso foi feito. Depois tivemos ainda de combater os incêndios florestais provocados pelas projecções da pirotecnia”, acrescentou Paulo Esteves. O incêndio que deflagrou na fábrica e que rapidamente se transformou num fogo florestal chegou a ser combatido por 58 bombeiros, de seis corporações do distrito de Viana do Castelo, durante mais de uma hora e meia.

“Há um ferido a registar, com uma fractura da clavícula. Trata-se de uma pessoa que sofreu uma queda, provavelmente na sequência da onda de choque que se seguiu à explosão”, admitiu Paulo Esteves. As explosões aconteceram cerca das 23h00, altura em que, garantiu à Lusa fonte da administração da empresa, “não se encontrava ninguém no interior”. A GNR estabeleceu um perímetro de segurança de algumas centenas de metros em redor da fábrica.

Força da explosão destruiu vidros de habitações vizinhas

Segundo vários populares, a onda choque provocada pela explosão partiu vidros de habitações nas imediações. Maria do Carmo, proprietária de um estabelecimento comercial em fase de instalação a poucas centenas de metros da fábrica, viu a explosão partir todos os vidros. “Estava à espera de um cenário ainda pior porque foram explosões muito fortes”, contou. O espaço comercial estava em fase final de instalação, mas agora terá de ser totalmente renovado, depois do “susto” que confessa ter vivido. “Estava a sentada a conversar com a minha filha e só tive tempo para sair porta fora”, disse ainda.

As causas que estiveram na origem destas explosões deverão ser investigadas por especialistas da PSP, entidade que supervisiona a utilização de explosivos em Portugal.

Já hoje, a Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil (ASPROCIVIL) alertou para a necessidade de mais fiscalização das fábricas de pirotecnia, pela ASAE, câmaras municipais e Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). O alerta da ASPROCIVIL visa “não só a fabricação dos artefactos, mas também o seu transporte e lançamento”, lê-se em comunicado.

“Dada a natureza perigosa desta actividade impõe-se um maior controlo na actividade de fabricação, transporte e uso, mas também, rigor na aprovação deste tipo de fábricas, pois o risco é de índice muito elevado, estando sempre o acidente à espreita”, refere a associação. A ASPROCIVIL aconselha a limitação da área, e barreiras que condicionem os efeitos e consequências das explosões (fogo e ondas de choque) e ainda características específicas de engenharia para os edifícios que albergam estas actividades e o seu afastamento de zonas habitacionais.

“Quanto ao transporte e manuseamento, sugere-se o aumento da formação e medidas mais apertadas para atribuição de credenciação, bem como, uma maior fiscalização pró-activa que não seja só para verificar os estragos e passar as multas”, adianta. Questionando quantas fábricas estão desconforme com a Lei, a ASPROCIVIL lembra que “cerca de 70 por cento destas fábricas estão licenciadas há mais de 50 anos”, obedecendo a critérios e obrigações de segurança que estão ultrapassados.

Actualizado em ( Terça, 16 Agosto 2011 14:33 )
 

Público 09/07/2011

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AsproCivil

Associação denuncia fiscalização "deficiente" nos parques de campismo

Falta de acessos, materiais vulneráveis a incêndios e uma fiscalização "deficiente" são alguns dos problemas apontados aos parques de campismo pela Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil (AsproCivil).

Para o presidente da associação, Ricardo Ribeiro, "existe um problema de actualização das condições de segurança dos parques de campismo, que não é facil mas que importa fazer" porque "uma boa parte dos parques tem 20, 30 anos ou mais e nessa altura não havia quaisquer regras de segurança".

Este esforço impõe-se "porque algum dia vai acontecer uma desgraça num parque de campismo".

A AsproCivil identifica problemas "ao nivel do planeamento, da construção interior, da localização, da envolvência, da acessibilidade ao espaço e ainda da densidade de ocupação.

A "esmagadora maioria" dos parques de campismo em Portugal, refere, "são altamente desorganizados, sem qualquer possibilidade de acessibilidade por parte dos meios de socorro, sobretudo se estivermos num fim de semana de Agosto, em que o parque está cheio de automóveis".

Além disso, "o tipo de materiais que são utilizados, não só nas tendas mas também nas roulotes e nas coberturas , cria uma vulnerabilidade grave a incêndios". Por tudo isto defende, "o licenciamento e a fiscalização deviam ser muito mais rigorosos".

Neste momento estas tarefas estão a cargo da Autoridade Nacional de Protecção Civil e dos serviços municipais de protecção civil", explica.

Contudo, considera, "neste momento as autarquias não só não têm comandantes operacionais nomeados , como não têm técnicos de protecção civil. Têm pessoas que vieram de outros serviços e que de protecção civil pouco percebem, que vão aprendendo, mas que não são especialistas".

Actualizado em ( Sexta, 15 Julho 2011 14:37 )
 
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