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MAU TEMPO NO ALGARVE

(Autoridade Nacional de Proteo Civil deveria ter aumentado o nvel de Alerta)

O Instituto Portugus do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou sob aviso vermelho, (nvel de situao meteorolgica de risco extremo), o distrito de Faro devido previso de chuva forte entre as 09h00 e as 15h00 deste domingo, alertando o pas e a Autoridade Nacional de Proteo Civil (ANPC) de que haveria a previso de Risco Extremo de "perodos de chuva forte e persistente".

Este aviso Vermelho, consequncia de uma depresso situada a sudoeste do territrio continental portugus que tem afetado e condicionado o tempo no centro e sul do pas.

Segundo informao divulgada pelo Instituto Portugus do Mar e da Atmosfera entre as 5h00 e as 14h00 choveram 102 litros (Mdia habitual seria para aquelas de 90 litros) por metro quadrado, acresce ainda de que entre as 12h00 e as 13h00 foi a hora em que mais choveu, os dados recolhidos, indicam 20 litros por metro quadrado, tendo portanto chovido nessas horas.


Entretanto, previsivelmente como consequncia do mau tempo, apareceram as inundaes em estradas, garagens e estabelecimentos comerciais, bem como quedas de rvores, que se abateu este domingo na regio algarvia, em particular nosconcelhos de Loul, Faro, Silves, Albufeira e Portimo fazendo elevados prejuzos pblicos e privados!

A ASPROCIVIL NO ENTENDE A FALTA DE ALERTA (da ANPC) SUPERIOR A AZUL

Sendo verdade que a caraterizao urbanstica, a dimenso e caratersticas das redes de guas pluviais dos locais afetados, no foram capazes de responder a este tipo de eventos extremos, que acontecem ciclicamente (temos de refletir sobre que medidas as Cmaras podem tomar para prevenir estas situaes) a ASPROCIVIL, no entende, como possvel, que a ANPC, tendo conhecimento da previso de condies de Risco Extremo (Aviso Vermelho - IPMA) tenha mantido inalterado o Estado de alerta Especial Azul para aquela regio.

Convm explicar, que para a estrutura da Proteo Civil, o que conta o Risco (definido em Alertas pela ANPC) e no o Perigo (definido pelo IPMA), esta omisso de deciso, certamente levou a que a organizao de Proteo Civil (Agentes da Proteo Civil (Bombeiros, Autoridades, Servios Municipais de Proteo Civil etc..) demorassem mais tempo a responder operacionalmente ao evento que se abateu no sul do pas.

Apela-se por isso ANPC, que em casos semelhantes (Aviso de Risco Extremo), avalie as vulnerabilidades do Perigo apresentado pelo IPMA e defina o mais precocemente possvel o Risco, determinando o respetivo nvel de Alerta, seja em que dia, em que situao ou em que hora isto acontecer!

MANUTENO DAS MEDIDAS DE AUTO-PROTEO

Por fim a ASPROCIVIL REEITERA DE NOVO o apelo para o cumprimentos das medidas de preveno e autoproteo para situaes deste tipo a saber:

  • Redobrar nos cuidados de conduo rodoviria, considerando a diminuio da visibilidade e da formao de lenis de guas nas estradas.
  • Verificar a limpeza das redes de guas pluviais de forma a retirarem os materiais que diminuam a capacidade de escoamento;
  • Em caso algum entrar a p ou em viaturas em zonas inundadas, pois prevenir acidentes decorrentes da existncia de buracos ou caixas de esgoto abertas;
  • Evite circular no interior das matas e florestas em especial sem companhia;
  • Ter em ateno o mobilirio urbano, andaimes, placards e outras estruturas suspensas, ou mal fixas, que podem atingir pessoas, bens e animais;
  • Evitar permanecer junto de reas arborizadas, ou com elementos suspensos;
  • No pratique qualquer tipo de desporto na zona costeira ou ribeirinha, enquanto durar o alerta.
  • Caso circule na zona costeira e ribeirinha lembre-se que esta propcia a ondas e cheias rpidas que podem levar ao arrastamento de pessoas e bens, devendo por isso evitar estes locais;
  • Se mora ou tem bens junto destas zonas previna a inundao e os estragos colocando a salvo os bens mais valiosos ou outros, passiveis de serem perigosos para as pessoas animais e ou ambiente retirando-os das zonas ou colocando-os em prateleiras altas.
  • Procure informaes sobre a evoluo do estado do tempo nos Agentes da proteo civil (Bombeiros, Autoridades) e nos servios Municipais de Proteo Civil.

Se todos fizermos o trabalho de preveno que nos compete, este e outros fenmenos que por vezes nos atingem, teriam um impacto muito menor.

Lisboa, 2 de Novembro de 2015

Ricardo Ribeiro

Presidente ASPROCIVIL

CONTACTO PARA ESCLARECIMENTOS: 919801810

Actualizado em Quarta, 11 Novembro 2015 16:13
 

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INCNDIOS FLORESTAIS DRAMA PODIA SER EVITADO

MEDIDAS DE PREVENO PRECISAM-SE



A ASPROCIVIL Associao Portuguesa de Tcnicos de Segurana e Proteo Civil, nos seus comunicados de Maro e Abril, ALERTOU o Pas e as Entidades responsveis pelo Setor da Proteo Civil, para o fato de que, atendendo s carateristicas deste Inverno, era previsvel um aumento substancial dos combustveis finos, esta realidade, conjugada ainda com a realidade dramtica de algumas Associaes de Bombeiros Portugueses, que esto a entrar num processo de falncia, poderia traduzir-se num vero de incndios de dimenses grandes, repetindo-se o drama de todos os anos!

Defende a ASPROCIVIL que fundamental conjugar esforos das entidades do setor e da populao em geral para se concentrarem nas medidas de preveno, informao, fiscalizao e de auto-proteco.

Apelamos por isso de novo ao Governo, Autoridade Florestal Nacional (AFN), s Cmaras Municipais, Associaes de Agricultores, aos proprietrios privados, s concessionrias de auto-estradas e estradas, para que procedam a trabalhos e aes de preveno, nomeadamente na criao de reas de proteo, de acessos dos meios operacionais, limpeza de propriedades e de combustveis finos nas beiras de estradas e auto-estradas.

A ASPROCIVIL entende, que com a entrada nos meses mais quentes e dada a nova realidade climatrica que cada vez mais se afirma em Portugal, ficam criadas (conforme se v) condies para o aparecimento de grandes incndios florestais pelo que propomos:

  • Aplicao de forma efetiva a legislao em vigor e fiscalizao eficaz do seu cumprimento, de forma a enquadrar a atividade humana no interior das matas e florestas, as atividades pirotcnicas, em especial as das festas, de queima de sobrantes agrcolas e de criao de pasto tanto fora dos chamados meses de vero como nos meses crticos.
  • A formao dos agricultores e dos restantes operadores do setor, incluindo os do Estado, quanto a esta matria.
  • O apoio efetivo e urgente s Associaes de Bombeiros que se encontram beira da falncia, face ao estrangular da sua atividade, nomeadamente no transporte de doentes, que originou a perda de verbas necessrias sua sustentabilidade financeira.
  • Criao de aceiros e manuteno dos existentes,
  • Compartimentao da Floresta.
  • Criao de novos pontos de gua e hidrantes de apoio logsticos aos meios de interveno.
  • Pr-posicionamento de Meios de Interveno em locais estratgicos e criao de equipas de 1 interveno por parte de Entidades publica ou privadas com grandes zonas verdes.

HABITAES EM PERIGO

UMA REALIDADE QUE COMPROVA A INEFICCIA DA LEGISLAO


Queremos aqui igualmente destacar, a importncia de garantir a existncia e manuteno de zonas de proteo na envolvncia das habitaes e outras construes num raio de pelo menos 50m, de forma, a que os meios de combate a incndios tenham a possibilidade de efetuar uma defesa ativa e consequente de pessoas e bens. Empenhando menos meios e diminuindo o risco para essas construes.

A inobservncia destas regras, tem consequncias como as que aconteceram hoje em Portela, Tomar!

EQUIPAMENTOS DE PROTEO INDIVIDUAL


Um outro aspeto que preocupa a ASPROCIVIL a insuficincia dos meios areos, bem como a no disponibilizao atempada dos Equipamentos de proteo Individual para todos os Bombeiros. Este facto poder colocar em risco acrescido a sua sade, vida e integridade fsica, podendo ser fator de vulnerabilidade que condicione as decises dos Comandantes Operaes de Socorro nos Teatros de Operaes.

Por fim, apela-se igualmente ao Governo, mas tambm ao esprito de servio pblico da Comunicao Social, para em conjunto garantirem uma informao permanente e generalizada sobre as atitudes e comportamentos a ter e/ou a evitar por parte dos cidados e das empresas.

Lisboa, 7 de Julho 2015, A AsproCivil

Ricardo Ribeiro, PRESIDENTE

Telefone - 919801810

Actualizado em Quarta, 15 Julho 2015 17:27
 

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EXPLOSES DE GS RECORRENTES EM HABITAES

Drama pode ser evitado

A ASPROCIVIL Associao Portuguesa de Tcnicos de Segurana e Proteco Civil, alerta o pas e as Entidades responsveis pelo sector dos gs e da electricidade, para o facto de conjugar esforos com os protagonistas do sector, que vo desde a, a ERSE, que a entidade com a responsabilidade Reguladora dos Servios Energticos, nomeadamente nos sectores do gs natural e da electricidade.

Apela-se assim igualmente aos distribuidores, construtores civis, condomnios de edifcios, proprietrios particulares e empresariais para que se concentrem na divulgao de medidas de preveno, fiscalizao, informao e acompanhamento das infra-estruturas junto dos utilizadores em geral e da populao em especial.

De novo se repete o drama de todos os invernos, sendo que entre 2011 e Maio de 2015 tm sido ricos em matria de exploses de gs em habitaes sempre com feridos graves e/ou vtimas mortais!

Guarda

Figueira Castelo Rodrigues.

Foz do Douro Porto.

St Andr.

Mafra.

Charneca da Caparica.

Camara de Lobos.

Algs.

V.N. Cerveira.

Mura

Tremo-Coimbra

Qta Areeira Fundo.

Lagoa

Em 2015

Vila Real

Paredes d Coura - Viana do Castelo

So Martinho de Espinho Braga.

Estes so alguns exemplos de locais onde neste lapso de tempo aconteceram acidentes com exploso que tiveram como consequnciamais de 40 feridos e mais de 15 mortos.

AASPROCIVIL, No aceita nem entende, a fraca ao das entidades responsveis, que permite a continuao destes acidentes, em que as vitimas, so normalmente cidados completamente alheios aos riscos e funcionamento das instalaes de gs.

Continua evidente, que a atual organizao de controle e fiscalizao no funciona,pelo que se impe, o aumento e melhoria das medidas de preveno (e fiscalizao) destes acontecimentos, no quadro do que foi enunciado no 1 paragrafo deste comunicado.

INFORMAO, FISCALIZAO, FORMAO E CREDENCIAO -Estas so as palavras-chaves que podem reduzir em muito estes acontecimentos graves.

Assim, para evitar incndios e exploses tome as seguintes medidasaASPROCIVILACONSELHA:

1.Na instalao de gs utilize mangueiras certificadas e dentro do prazo de validade.

2.A cada dois anos, toda a instalao deve e revisada por um tcnico competente e certificado, a fim de sanar qualquer defeito que ponha em risco sua segurana;

3.Quando no estiver utilizando o fogo, ou outro aparelho de gs mantenha a respectiva torneira fechada.

4.No coloque cortinas, panos de prato ou outros materiais que possam pegar fogo junto ao fogo sobre a botija ou sobre as mangueiras;

5.No tente eliminar vazamento de maneira improvisada (com sabo, cera, etc), chame um tcnico credenciado;

6.Ao sentir cheiro de gs,

a.No acenda fsforos ou isqueiros nem acione interruptores de eletricidade, nem mesmo acenda a luz pois esse ato, poder causar uma exploso.

b.Abra imediatamente todas as portas e janelas para ventilar o ambiente chame a empresa distribuidora de gs;

7.No permita que as crianas tenham acesso ao forno ou fogo.

8.Ensine os seus familiares a fechar a torneira do gs.

9.Ao sair de casa, nunca deixe panelas no fogo e feche a torneira de gs;

10.Em caso de queimaduras, mantenha a calma e apenas lave com gua corrente, sem retirar qualquer roupa ou objeto que tenha colado pele no passe nenhum tipo de pomada ou outro creme.

a.Ligue imediatamente para o nmero de emergncia 112, dando o mximo de detalhes do acidente.

Lisboa, 15 de Abril 2015

AAsproCivil

Ricardo Ribeiro

Esclarcimentos para 919801810

Actualizado em Quarta, 15 Julho 2015 17:27
 

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Asprocivil lana-se no desenvolvimento de Aplicao para SmartPhone's.

Tendo em conta que se verifica no dia a dia uma lacuna entre o cidado e os agentes de Proteo Civil, a AsproCivil tem vindo a desenvolver uma aplicao para para SmartPhone's que permitir variadissimas interaes entre a polulao e os agentes de Proteo Civil.

Em muito breve junto de si.

App Asprocivil

Actualizado em Segunda, 23 Março 2015 12:11
 

Campanha " A FLORESTA DEPENDE DE SI"

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Numa Parceria entre a AsproCivil e o Grupo Nestl, deu-se incio campanha " A FLORESTA DEPENDE DE SI"...

Foi apresentada oficialmente na passada 6 feira 21 de maro a apresentao oficial da campanha com a indicao de que vo ser produzidos e distribudos a partir desta semana 38.000.000 (38 MILHES) de pacotes de acar pelo pas todo atravs das marcas de cafs torrados do Grupo Nestl: caf SICAL, BUONDI, TOFA e CHRISTINA

www.facebook.com/NestleSaboreiaaVida
www.nestle.pt/SaboreiaaVida/Produtos/CafesTorrados/Pages/CafesTorrados.aspx

00 PA - PROTECAO FLORESTA FRENTES Pagina

Actualizado em Sexta, 28 Março 2014 13:09
 

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19 de Maro de 2014
A AsproCivil representada pelo seu Presidente Dr. Ricardo Ribeiro, os Diretores Operacionais Nacionais, Dr. Costa Velho e Dr. Jorge Carvalho Silva, acompanhados a convite da associao, por dois alunos finalistas de uma das licenciaturas em proteo civil do nosso Pas estiveram hoje reunidos na Secretaria de Estado com o Dr. Joo Pinho de Almeida, Secretario de Estado da Administrao Interna.
Na referida reunio a Associao Nacional dos tcnicos de Segurana e Proteo Civil, teve a oportunidade de expor durante cerca de duas horas ao Sr. Secretario de estado, o que so na tica da AsproCivil as preocupaes sobre o setor da proteo civil nacional.
Nesta longa reunio foram abordados como temas os incndios florestais, desde o planeamento preveno, passando pela interveno, combate e operacionalizao da organizao da proteo civil face ocorrncia dos incndios florestais.
Para alem do anterior debatemos temas como a organizao estrutural do enquadramento da proteo civil, desde a esfera nacional at esfera municipal, na qual nos focamos mais, apresentando as preocupaes que nos afigura a no nomeao dos COM () por parte dos municpios, bem como a inexistncia dos planos municipais de proteo civil numa parte muito substancial dos municpios portugueses.
A esta rea do proteo civil, municipal o Sr. Secretario de Estado esteve muito recetivo aos nossos contributos, uma vez que ele prprio sentia que ainda muito se tem de fazer ao nvel da proteo civil na esfera municipal, indicando-nos que estaria a ser pensada e operacionalizada uma reviso legislativa que na rea da PC que tambm engloba algumas possveis alteraes a este nvel.
Na reunio o Sr. Secretario de estado lanou-nos alguns desafios no que respeita a uma participao mais estreita da AsproCivil na estratgia da proteo civil nacional, face reivindicao apresentadas pela associao em participar de uma forma mais prxima com os decisores polticos e tcnicos da ANPC.
Durante a mesma reunio a AsproCivil ainda teve a oportunidade de falar do papel que os tcnicos de segurana e proteo civil tm de ter numa estratgia nacional de PC, sendo que entendimento da associao que os TSPC tm de estar presentes na estratgia bem como a sua incluso nas equipas de elaborao dos Planos Municipais, Distritais e Nacionais de Proteo Civil e Defesa da Floresta Contra Incndios, matria na qual o Sr. Secretario de Estado entendeu perfeitamente as preocupaes da associao.
Dos demais temas abordados na reunio, ressalvam-se ainda questes como Sistema de Avisos e Alertas para o Banco de Gorringe que pode permitir uma antecipao variante entre 15min a 35min no que respeita a um alerta de Tsunami, tempo que pode ser suficiente para a PC poder promover evacuaes de pessoas em reas de risco, por ltimo abordamos a questo sobre a Central Nuclear de Almaraz, apontando as preocupaes da associao sobre esta central.
A finalizar a reunio a AsproCivil entregou ao Sr. Secretario de estado um quadro com a apresentao em antestreia da campanha nacional de preveno contra incndios florestais que a AsproCivil ir lanar oficialmente no prximo dia 21 de Maro, dia Mundial da Floresta, em parceria com o Grupo Nestle, como forma de contributo por parte da associao para uma reduo dos incndios florestais em Portugal.

secestadomai

Actualizado em Terça, 25 Março 2014 16:10
 

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COMUNICADO N 4/2014

CONDIES METEOROLGICAS ADVERSAS

 

REPOSIO DA NORMALIDADE

 

Portugal foi atingido por condies Meteorolgicas adversas com impactos diversos negativos aos vrios nveis da sociedade.

Sobre estes 2 dias, importa reiterar a necessidade de aprendermos com a situao verificada no estdio do S.L. Benfica, e no futuro, sempre que este tipo de condies se verificar, optarmos sempre por adiar os jogos, nos termos alis, do apelo ontem lanado pela ASPROCIVIL 5 horas antes da hora de incio do jogo.

No percebemos, nem vemos coerncia, de por um lado a Autoridade Nacional de Proteo Civil aconselhar os cidados a ficar em casa depois das 18 horas, e por outro aceitar e permitir a realizao de eventos desportivos ou lazer com mais de 50.000 pessoas, estando a generalidade do territrio nacional em Alerta Laranja.

APROVEITAR ESTAS HORAS DE ACALMIA

No dia de hoje, e na sequncia dessa realidade Meteorolgica adversa, o Instituto Portugus do Mar e da Atmosfera, (ex- Instituto de Meteorologia) tem vindo a avisar que estas condies ir-se-o manter nos prximos dias, pelo que de novo apela a ASPROCIVIL para que as entidades com responsabilidades na reposio da normalidade, no deixem de aproveitar estas horas de acalmia, para desenvolver trabalhos nesse mbito, mas tambm para tomar medidas de preveno face a novo ciclo de eventos atmosfricos adversos.

Este aspeto to mais importante, quanto o fato de tanto as infraestruturas, como os meios e os recursos estarem um pouco mais fragilizados em consequncia dos acontecimentos destes 2 dias anteriores.

Nestes termos importa apelar uma vez mais as Empresas (publicas ou privadas) que prestam Servios Pblicos de necessidades primrias, em especial os de Energia, Gs, Telecomunicaes, mas tambm as concessionrias de Estradas e Autoestradas, bem como Cmaras Municipais (a quem tambm cabe responsabilidade na garantia da mobilidade e segurana nas suas vias) para continuarem adotarem comportamentos de preveno, reposio de normalidade, garantindo e reforando a mobilizao preventiva e o pr-posicionamento de meios (humanos e materiais) bem como aumento quantitativo e qualitativo dos mesmos, pelo menos enquanto durarem os sucessivos alertas.

MANUTENO DAS MEDIDAS DE AUTO-PROTEO

Por fim a ASPROCIVIL REEITERA DE NOVO o apelo para a manuteno das medidas de preveno e autoproteo para situaes deste tipo a saber:

 

  • Redobrar nos cuidados de conduo rodoviria, considerando a diminuio da visibilidade e da formao de lenis de guas nas estradas.
  • Verificar a limpeza dos sistemas das guas pluviais em especial de objetos que se possam ter acumulado e que diminuam a capacidade de escoamento das guas;
  • Em caso algum entrar a p ou em viaturas em inundadas, pois assim se prevenir acidentes decorrentes da existncia de buracos ou caixas de esgoto abertas;
  • Evite circular no interior das matas e florestas em especial sem companhia;
  • As estruturas acima referidas que no tiverem bem fixas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas so elementos perigosos que podem produzir acidentes graves em pessoas, bens e animais;
  • Evitar permanecer junto de reas arborizadas, ou com elementos suspensos;
  • No pratique qualquer tipo de desporto na zona costeira ou ribeirinha, enquanto durar o alerta.
  • Caso circule na zona costeira e ribeirinha lembre-se que esta propcia a ondas e cheias rpidas que podem levar ao arrastamento de pessoas e bens, devendo por isso evitar estes locais;
  • Se mora ou tem bens junto destas zonas previna a inundao e os estragos colocando a salvo os bens mais valiosos ou outros, passiveis de serem perigosos para as pessoas animais e ou ambiente retirando-os das zonas ou colocando-os em prateleiras altas.
  • Procure informaes sobre a evoluo do estado do tempo nos Agentes da proteo civil (Bombeiros, Autoridades) e nos servios Municipais de Proteo Civil.

 

Se todos fizermos o trabalho de preveno que nos compete, este e outros fenmenos que por vezes nos atingem, e que com as alteraes climticas tendem a aumentar de nmero e de intensidade, teriam um impacto muito menor.

 

Ricardo Ribeiro

Presidente ASPROCIVIL

CONTACTO PARA ESCLARECIMENTOS: 919801810

 

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COMUNICADO N 3/2014

CONDIES METEOROLGICAS ADVERSAS

 

Melhor difuso dos Alertas e das Medidas de Autoproteo

 

Tem sido evidente nos ltimos dias que o Pas tem sido assolado por condies Meteorolgicas adversas com impactos diversos negativos aos vrios nveis da sociedade.

O Instituto Portugus do Mar e da Atmosfera, (ex- Instituto de Meteorologia) tem vindo a avisar que estas condies iro agravar-se ainda mais nos prximos dias, com especial relevo em alguns Distritos com elevado ndice demogrfico.

Nestes termos pretende a ASPROCIVIL alertar as Empresas (publicas ou privadas) que prestam Servios Pblicos de necessidades primrias, em especial os de Energia, Gs, Telecomunicaes, mas tambm as concessionrias de Estradas e Autoestradas, bem como Cmaras Municipais (a quem tambm cabe responsabilidade na garantia da mobilidade e segurana nas suas vias) para adotarem comportamentos de preveno, garantindo a mobilizao preventiva e o pr-posicionamento de meios (humanos e materiais) e o aumento quantitativo e qualitativo dos mesmos, pelo menos enquanto durarem os sucessivos alertas.

Este alerta importante porque tem sistematicamente falhado ao longo dos anos, dando por vezes origem situaes de perigo ou de acrscimo de vulnerabilidades desnecessrias, bem como ao aumento dramtico da reposio da normalidade.

Considerando as condies meteorolgicas previstas, expectvel:

 

  • A queda de rvores ou pernadas e de objetos suspensos, como estruturas, elementos decorativos, painis de publicidades etc
  • Rodovias perigosas com formao de lenis de gua, existncia de neve ou gelo nas estradas;
    • Cheias em zona urbanas onde no habitual este fenmeno.
    • Inundao linhas de gua nas zonas historicamente mais vulnerveis;
    • Linhas areas em condies precrias.
    • Inundaes de estruturas urbanas subterrneas.
    • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
    • Possveis acidentes na zona costeira, nomeadamente galgamento costeiro
    • Movimentos de massas associados saturao dos solos.
    • Objetos provisrios (em obras, em especial os suspensos).
    • Estruturas de construo provisrias ou no em risco de derrocada.
    • Sinais de trnsito mal fixados ou soltos.
    • Objetos suspensos nos prdios (vazos, madeiras, etc)
    • Objetos transportados em viaturas.
    • Mquinas, como gruas e similares com assentamentos frgeis ou pouco consistentes.

Nestes termos e tendo em conta esta realidade adversa a ASPROCIVIL apela de novo, tal como em situaes anteriores, a todos os operadores do setor da proteo civil (Autoridade Nacional de Proteo Civil, agentes da Proteo Civil, Entidades Publicas e Privadas, rgos de Comunicao social, Servios Municipais de Proteo Civil, e aos cidados em geral que desenvolvam aes com vista difuso por todos os modos possveis nomeadamente atravs das rdios, Televises, Jornais e rede de GSM/3G (SMS telemveis) para as zonas onde se prev maior impacto das condies adversas das Medidas de preveno e autoproteo para situaes deste tipo a saber:

 

  • Redobrar nos cuidados de conduo rodoviria, considerando a diminuio da visibilidade e da formao de lenis de guas nas estradas.
  • Verificar a limpeza dos sistemas das guas pluviais em especial de objetos que se possam ter acumulado e que diminuam a capacidade de escoamento das guas;
  • Em caso algum entrar a p ou em viaturas em inundadas, pois assim se prevenir acidentes decorrentes da existncia de buracos ou caixas de esgoto abertas;
  • Evite circular no interior das matas e florestas em especial sem companhia;
  • As estruturas acima referidas que no tiverem bem fixas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas so elementos perigosos que podem produzir acidentes graves em pessoas, bens e animais;
  • Evitar permanecer junto de reas arborizadas, ou com elementos suspensos;
  • No pratique qualquer tipo de desporto na zona costeira ou ribeirinha, enquanto durar o alerta.
  • Caso circule na zona costeira e ribeirinha lembre-se que esta propcia a ondas e cheias rpidas que podem levar ao arrastamento de pessoas e bens, devendo por isso evitar estes locais;
  • Se mora ou tem bens junto destas zonas previna a inundao e os estragos colocando a salvo os bens mais valiosos ou outros, passiveis de serem perigosos para as pessoas animais e ou ambiente retirando-os das zona ou colocando-os em prateleiras altas.
  • Procure informaes sobre a evoluo do estado do tempo nos Agentes da proteo civil (Bombeiros, Autoridades) e nos servios Municipais de Proteo Civil.

 

Se todos fizermos o trabalho de preveno que nos compete, este e outros fenmenos que por vezes nos atingem, e que com as alteraes climticas tendem a aumentar de nmero e de intensidade, teriam um impacto muito menor.

 

Ricardo Ribeiro

Presidente ASPROCIVIL

CONTACTO PARA ESCLARECIMENTOS: 919801810

Actualizado em Terça, 25 Fevereiro 2014 10:22
 

AsproCivil, foi recebida pelo grupo Parlamentar do PSD

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A AsproCivil, esteve reunida com o grupo Parlamentar do Partido Social Democrata na tarde do passado dia 24 de outubro de 20013.
Fomos recebidos pelo deputado Pedro Lynce em representao do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata, contando com a presena do seu Presidente Dr. Ricardo Ribeiro, os seus Diretores Operacionais Nacionais, Dr. Jorge Carvalho da Silva e Gui Santa Rira.
Na referida Reunio a AsproCivil teve oportunidade de debater vrios temas do setor da proteo civil, sendo que se destacam para alem das debatida com outros grupos parlamentares, a rea ardida em Portugal, os deficientes equipamentos de proteo individual dos Bombeiros Portugueses, o incumprimento dos municpios na no nomeao dos COM (Comandante Operacional Municipal) que representa que apenas 20% tm os mesmo nomeados de acordo com a lei, o no cumprimento dos municpios em terem SMPC (Servios Municipais de Proteo Civil), a falta de planos municipais de Proteo Civil e na existncia dos mesmos estes estarem desatualizados ou no elaborados por tcnicos superiores de proteo civil, a alterao dos CADIS e CODIS junto fase CHARLIE (alterao das equipas em altura critica para a vigilncia e combate a incndios florestais, bem como a falta de conhecimento que os nossos governantes tm em relao aos tcnicos superiores de proteo civil.
A todas estas questes o deputado Pedro Lynce, lanou o repto AsproCivil que iria propor que esta pudesse ser ouvida na comisso a ser criada sobre os incndios florestais 2013, presidida pela Dra. Assuno Esteves, reconhecendo desta forma a importncia desta associao no setor da proteo civil nacional.

Actualizado em Terça, 25 Fevereiro 2014 11:04
 


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