COMUNICADO Nº. 07/2015

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MAU TEMPO NO ALGARVE

(Autoridade Nacional de Proteção Civil deveria ter aumentado o nível de Alerta)

 

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou sob aviso vermelho, (nível de situação meteorológica de risco extremo), o distrito de Faro devido à previsão de chuva forte entre as 09h00 e as 15h00 deste domingo, alertando o país e a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) de que haveria a previsão de Risco Extremo de "períodos de chuva forte e persistente".

 

Este aviso Vermelho, é consequência de uma depressão situada a sudoeste do território continental português que tem afetado e condicionado o tempo no centro e sul do país.

 

Segundo informação divulgada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera entre as 5h00 e as 14h00 choveram 102 litros (Média habitual seria para aquelas de 90 litros) por metro quadrado, acresce ainda de que entre as 12h00 e as 13h00 foi a hora em que mais choveu, os dados recolhidos, indicam 20 litros por metro quadrado, tendo portanto chovido nessas horas.


Entretanto, previsivelmente como consequência do mau tempo, apareceram as inundações em estradas, garagens e estabelecimentos comerciais, bem como quedas de árvores, que se abateu este domingo na região algarvia, em particular nos concelhos de Loulé, Faro, Silves, Albufeira e Portimão fazendo elevados prejuízos públicos e privados!

 

A ASPROCIVIL NÃO ENTENDE A FALTA DE ALERTA (da ANPC) SUPERIOR A AZUL

 

Sendo verdade que a caraterização urbanística, a dimensão e caraterísticas das redes de águas pluviais dos locais afetados, não foram capazes de responder a este tipo de eventos extremos, que acontecem ciclicamente (temos de refletir sobre que medidas as Câmaras podem tomar para prevenir estas situações) a ASPROCIVIL, não entende, como é possível, que a ANPC, tendo conhecimento da previsão de condições de Risco Extremo (Aviso Vermelho - IPMA) tenha mantido inalterado o Estado de alerta Especial Azul para aquela região.

 

Convém explicar, que para a estrutura da Proteção Civil, o que conta é o Risco (definido em Alertas pela ANPC) e não o Perigo (definido pelo IPMA), esta omissão de decisão, certamente levou a que a organização de Proteção Civil (Agentes da Proteção Civil (Bombeiros, Autoridades, Serviços Municipais de Proteção Civil etc..) demorassem mais tempo a responder operacionalmente ao evento que se abateu no sul do país.

 

Apela-se por isso à ANPC, que em casos semelhantes (Aviso de Risco Extremo), avalie as vulnerabilidades do Perigo apresentado pelo IPMA e defina o mais precocemente possível o Risco, determinando o respetivo nível de Alerta, seja em que dia, em que situação ou em que hora isto acontecer!

 

MANUTENÇÃO DAS MEDIDAS DE AUTO-PROTEÇÃO

 

 

Por fim a ASPROCIVIL REEITERA DE NOVO o apelo para o cumprimentos das medidas de prevenção e autoproteção para situações deste tipo a saber:

 

  • Redobrar nos cuidados de condução rodoviária, considerando a diminuição da visibilidade e da formação de lençóis de águas nas estradas.
  • Verificar a limpeza das redes de águas pluviais de forma a retirarem os materiais que diminuam a capacidade de escoamento;
  • Em caso algum entrar a pé ou em viaturas em zonas inundadas, pois prevenirá acidentes decorrentes da existência de buracos ou caixas de esgoto abertas;
  • Evite circular no interior das matas e florestas em especial sem companhia;
  • Ter em atenção o mobiliário urbano, andaimes, placards e outras estruturas suspensas, ou mal fixas, que podem atingir pessoas, bens e animais;
  • Evitar permanecer junto de áreas arborizadas, ou com elementos suspensos;
  • Não pratique qualquer tipo de desporto na zona costeira ou ribeirinha, enquanto durar o alerta.
  • Caso circule na zona costeira e ribeirinha lembre-se que esta é propícia a ondas e cheias rápidas que podem levar ao arrastamento de pessoas e bens, devendo por isso evitar estes locais;
  • Se mora ou tem bens junto destas zonas previna a inundação e os estragos colocando a salvo os bens mais valiosos ou outros, passiveis de serem perigosos para as pessoas animais e ou ambiente retirando-os das zonas ou colocando-os em prateleiras altas.
  • Procure informações sobre a evolução do estado do tempo nos Agentes da proteção civil (Bombeiros, Autoridades) e nos serviços Municipais de Proteção Civil.

 

Se todos fizermos o trabalho de prevenção que nos compete, este e outros fenómenos que por vezes nos atingem, teriam um impacto muito menor.

 

Lisboa, 2 de Novembro de 2015

 

 

Ricardo Ribeiro

Presidente ASPROCIVIL

 

CONTACTO PARA ESCLARECIMENTOS: 919801810

Actualizado em Quarta, 11 Novembro 2015 16:13
 

COMUNICADO Nº. 05/2015

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INCÊNDIOS FLORESTAIS – DRAMA PODIA SER EVITADO

 

MEDIDAS DE PREVENÇÃO PRECISAM-SE



A ASPROCIVIL – Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Proteção Civil, nos seus comunicados de Março e Abril, ALERTOU o País e as Entidades responsáveis pelo Setor da Proteção Civil, para o fato de que, atendendo às carateristicas deste Inverno, era previsível um aumento substancial dos combustíveis finos, esta realidade, conjugada ainda com a realidade dramática de algumas Associações de Bombeiros Portugueses, que estão a entrar num processo de falência, poderia traduzir-se num verão de incêndios de dimensões grandes, repetindo-se o drama de todos os anos!

Defende a ASPROCIVIL que é fundamental conjugar esforços das entidades do setor e da população em geral para se concentrarem nas medidas de prevenção, informação, fiscalização e de auto-protecção.

Apelamos por isso de novo ao Governo, à Autoridade Florestal Nacional (AFN), às Câmaras Municipais, Associações de Agricultores, aos proprietários privados, às concessionárias de auto-estradas e estradas, para que procedam a trabalhos e ações de prevenção, nomeadamente na criação de áreas de proteção, de acessos dos meios operacionais, limpeza de propriedades e de combustíveis finos nas beiras de estradas e auto-estradas.

A ASPROCIVIL entende, que com a entrada nos meses mais quentes e dada a nova realidade climatérica que cada vez mais se afirma em Portugal, ficam criadas (conforme se vê) condições para o aparecimento de grandes incêndios florestais pelo que propomos:

  • Aplicação de forma efetiva a legislação em vigor e fiscalização eficaz do seu cumprimento, de forma a enquadrar a atividade humana no interior das matas e florestas, as atividades pirotécnicas, em especial as das festas, de queima de sobrantes agrícolas e de criação de pasto tanto fora dos chamados “meses de verão” como nos meses críticos.
  • A formação dos agricultores e dos restantes operadores do setor, incluindo os do Estado, quanto a esta matéria.
  • O apoio efetivo e urgente às Associações de Bombeiros que se encontram à beira da falência, face ao estrangular da sua atividade, nomeadamente no transporte de doentes, que originou a perda de verbas necessárias à sua sustentabilidade financeira.
  • Criação de aceiros e manutenção dos existentes,
  • Compartimentação da Floresta.
  • Criação de novos pontos de água e hidrantes de apoio logísticos aos meios de intervenção.
  • Pré-posicionamento de Meios de Intervenção em locais estratégicos e criação de equipas de 1ª intervenção por parte de Entidades publica ou privadas com grandes zonas verdes.

 

HABITAÇÕES EM PERIGO

UMA REALIDADE QUE COMPROVA A INEFICÁCIA DA LEGISLAÇÃO


Queremos aqui igualmente destacar, a importância de garantir a existência e manutenção de zonas de proteção na envolvência das habitações e outras construções num raio de pelo menos 50m, de forma, a que os meios de combate a incêndios tenham a possibilidade de efetuar uma defesa ativa e consequente de pessoas e bens. Empenhando menos meios e diminuindo o risco para essas construções.

 

A inobservância destas regras, tem consequências como as que aconteceram hoje em Portela, Tomar!

 

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL


Um outro aspeto que preocupa a ASPROCIVIL é a insuficiência dos meios aéreos, bem como a não disponibilização atempada dos Equipamentos de proteção Individual para todos os Bombeiros. Este facto poderá colocar em risco acrescido a sua saúde, vida e integridade física, podendo ser fator de vulnerabilidade que condicione as decisões dos Comandantes Operações de Socorro nos Teatros de Operações.

Por fim, apela-se igualmente ao Governo, mas também ao espírito de serviço público da Comunicação Social, para em conjunto garantirem uma informação permanente e generalizada sobre as atitudes e comportamentos a ter e/ou a evitar por parte dos cidadãos e das empresas.

Lisboa, 7 de Julho 2015, A AsproCivil

Ricardo Ribeiro, PRESIDENTE

Telefone - 919801810

Actualizado em Quarta, 15 Julho 2015 17:27
 

COMUNICADO Nº2/2015

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EXPLOSÕES DE GÁS RECORRENTES EM HABITAÇÕES

Drama pode ser evitado

A ASPROCIVIL – Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil, alerta o país e as Entidades responsáveis pelo sector dos gás e da electricidade, para o facto de conjugar esforços com os protagonistas do sector, que vão desde a, a ERSE, que é a entidade com a responsabilidade Reguladora dos Serviços Energéticos, nomeadamente nos sectores do gás natural e da electricidade.

Apela-se assim igualmente aos distribuidores, construtores civis, condomínios de edifícios, proprietários particulares e empresariais para que se concentrem na divulgação de medidas de prevenção, fiscalização, informação e acompanhamento das infra-estruturas junto dos utilizadores em geral e da população em especial.

De novo se repete o drama de todos os invernos, sendo que entre 2011 e Maio de 2015 têm sido ricos em matéria de explosões de gás em habitações sempre com feridos graves e/ou vítimas mortais!

·        Guarda

·        Figueira Castelo Rodrigues.

·        Foz do Douro – Porto.

·        Stº André.

·        Mafra.

·        Charneca da Caparica.

·        Camara de Lobos.

·        Algés.

·        V.N. Cerveira.

·        Murça

·        Tremo-Coimbra

·        Qta Areeira – Fundão.

·        Lagoa

Em 2015

·        Vila Real

·        Paredes d Coura - Viana do Castelo

·        São Martinho de Espinho – Braga.

Estes são alguns exemplos de locais onde neste lapso de tempo aconteceram acidentes com explosão que tiveram como consequência mais de 40 feridos e mais de 15 mortos.

ASPROCIVIL, Não aceita nem entende, a fraca ação das entidades responsáveis, que permite a continuação destes acidentes, em que as vitimas, são normalmente cidadãos completamente alheios aos riscos e funcionamento das instalações de gás.

Continua evidente, que a atual organização de controle e fiscalização não funciona, pelo que se impõe, o aumento e melhoria das medidas de prevenção (e fiscalização) destes acontecimentos, no quadro do que foi enunciado no 1º paragrafo deste comunicado.

INFORMAÇÃO, FISCALIZAÇÃO, FORMAÇÃO E CREDENCIAÇÃO -Estas são as palavras-chaves que podem reduzir em muito estes acontecimentos graves.

Assim, para evitar incêndios e explosões tome as seguintes medidas aASPROCIVIL ACONSELHA:

1.      Na instalação de gás utilize mangueiras certificadas e dentro do prazo de validade.

2.      A cada dois anos, toda a instalação deve e revisada por um técnico competente e certificado, a fim de sanar qualquer defeito que ponha em risco sua segurança;

3.      Quando não estiver utilizando o fogão, ou outro aparelho de gás mantenha a respectiva torneira fechada.

4.      Não coloque cortinas, panos de prato ou outros materiais que possam pegar fogo junto ao fogão sobre a botija ou sobre as mangueiras;

5.      Não tente eliminar vazamento de maneira improvisada (com sabão, cera, etc), chame um técnico credenciado;

6.      Ao sentir cheiro de gás,

a.      Não acenda fósforos ou isqueiros nem acione interruptores de eletricidade, nem mesmo acenda a luz pois esse ato, poderá causar uma explosão.

b.      Abra imediatamente todas as portas e janelas para ventilar o ambiente chame a empresa distribuidora de gás;

7.      Não permita que as crianças tenham acesso ao forno ou fogão.

8.      Ensine os seus familiares a fechar a torneira do gás.

9.      Ao sair de casa, nunca deixe panelas no fogo e feche a torneira de gás;

10.  Em caso de queimaduras, mantenha a calma e apenas lave com água corrente, sem retirar qualquer roupa ou objeto que tenha “colado” à pele não passe nenhum tipo de pomada ou outro creme.

a.      Ligue imediatamente para o número de emergência 112, dando o máximo de detalhes do acidente.

 

Lisboa, 15 de Abril 2015

 

A AsproCivil

Ricardo Ribeiro

Esclarcimentos para 919801810

Actualizado em Quarta, 15 Julho 2015 17:27
 

Aplicação para SmartPhone's

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Asprocivil lança-se no desenvolvimento de Aplicação para SmartPhone's.

Tendo em conta que se verifica no dia a dia uma lacuna entre o cidadão e os agentes de Proteção Civil, a AsproCivil tem vindo a desenvolver uma aplicação para para SmartPhone's que permitirá variadissimas interações entre a polulação e os agentes de Proteção Civil.

Em muito breve junto de si.

App Asprocivil

Actualizado em Segunda, 23 Março 2015 12:11
 

Campanha " A FLORESTA DEPENDE DE SI"

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Numa Parceria entre a AsproCivil e o Grupo Nestlé, deu-se início à campanha " A FLORESTA DEPENDE DE SI"...

Foi apresentada oficialmente na passada 6ª feira 21 de março a apresentação oficial da campanha com a indicação de que vão ser produzidos e distribuídos a partir desta semana 38.000.000 (38 MILHÕES) de pacotes de açúcar pelo país todo através das marcas de cafés torrados do Grupo Nestlé: café SICAL, BUONDI, TOFA e CHRISTINA

www.facebook.com/NestleSaboreiaaVida
www.nestle.pt/SaboreiaaVida/Produtos/CafesTorrados/Pages/CafesTorrados.aspx

00 PA - PROTECAO FLORESTA FRENTES Pagina

Actualizado em Sexta, 28 Março 2014 13:09
 

Reunião com o Sr. Secretario de Estado da Administração Interna

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19 de Março de 2014
A AsproCivil representada pelo seu Presidente Dr. Ricardo Ribeiro, os Diretores Operacionais Nacionais, Dr. Costa Velho e Dr. Jorge Carvalho Silva, acompanhados a convite da associação, por dois alunos finalistas de uma das licenciaturas em proteção civil do nosso País estiveram hoje reunidos na Secretaria de Estado com o Dr. João Pinho de Almeida, Secretario de Estado da Administração Interna.
Na referida reunião a Associação Nacional dos técnicos de Segurança e Proteção Civil, teve a oportunidade de expor durante cerca de duas horas ao Sr. Secretario de estado, o que são na ótica da AsproCivil as preocupações sobre o setor da proteção civil nacional.
Nesta longa reunião foram abordados como temas os incêndios florestais, desde o planeamento à prevenção, passando pela intervenção, combate e operacionalização da organização da proteção civil face à ocorrência dos incêndios florestais.
Para alem do anterior debatemos temas como a organização estrutural do enquadramento da proteção civil, desde a esfera nacional até à esfera municipal, na qual nos focamos mais, apresentando as preocupações que nos afigura a não nomeação dos COM () por parte dos municípios, bem como a inexistência dos planos municipais de proteção civil numa parte muito substancial dos municípios portugueses.
A esta área do proteção civil, municipal o Sr. Secretario de Estado esteve muito recetivo aos nossos contributos, uma vez que ele próprio sentia que ainda muito se tem de fazer ao nível da proteção civil na esfera municipal, indicando-nos que estaria a ser pensada e operacionalizada uma revisão legislativa que na área da PC que também engloba algumas possíveis alterações a este nível.
Na reunião o Sr. Secretario de estado lançou-nos alguns desafios no que respeita a uma participação mais estreita da AsproCivil na estratégia da proteção civil nacional, face à reivindicação apresentadas pela associação em participar de uma forma mais próxima com os decisores políticos e técnicos da ANPC.
Durante a mesma reunião a AsproCivil ainda teve a oportunidade de falar do papel que os técnicos de segurança e proteção civil têm de ter numa estratégia nacional de PC, sendo que é entendimento da associação que os TSPC têm de estar presentes na estratégia bem como a sua inclusão nas equipas de elaboração dos Planos Municipais, Distritais e Nacionais de Proteção Civil e Defesa da Floresta Contra Incêndios, matéria na qual o Sr. Secretario de Estado entendeu perfeitamente as preocupações da associação.
Dos demais temas abordados na reunião, ressalvam-se ainda questões como Sistema de Avisos e Alertas para o Banco de Gorringe que pode permitir uma antecipação variante entre 15min a 35min no que respeita a um alerta de Tsunami, tempo que pode ser suficiente para a PC poder promover evacuações de pessoas em áreas de risco, por último abordamos a questão sobre a Central Nuclear de Almaraz, apontando as preocupações da associação sobre esta central.
A finalizar a reunião a AsproCivil entregou ao Sr. Secretario de estado um quadro com a apresentação em antestreia da campanha nacional de prevenção contra incêndios florestais que a AsproCivil irá lançar oficialmente no próximo dia 21 de Março, dia Mundial da Floresta, em parceria com o Grupo Nestle, como forma de contributo por parte da associação para uma redução dos incêndios florestais em Portugal.

secestadomai

Actualizado em Terça, 25 Março 2014 16:10
 

COMUNICADO Nº 4/2014

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COMUNICADO Nº 4/2014

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS

 

REPOSIÇÃO DA NORMALIDADE

 

Portugal foi atingido por condições Meteorológicas adversas com impactos diversos negativos aos vários níveis da sociedade.

Sobre estes 2 dias, importa reiterar a necessidade de aprendermos com a situação verificada no estádio do S.L. Benfica, e no futuro, sempre que este tipo de condições se verificar, optarmos sempre por adiar os jogos, nos termos aliás, do apelo ontem lançado pela ASPROCIVIL 5 horas antes da hora de início do jogo.

Não percebemos, nem vemos coerência, de por um lado a Autoridade Nacional de Proteção Civil aconselhar os cidadãos a ficar em casa depois das 18 horas, e por outro aceitar e permitir a realização de eventos desportivos ou lazer com mais de 50.000 pessoas, estando a generalidade do território nacional em Alerta Laranja.

APROVEITAR ESTAS HORAS DE ACALMIA

No dia de hoje, e na sequência dessa realidade Meteorológica adversa, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, (ex- Instituto de Meteorologia) tem vindo a “avisar” que estas condições ir-se-ão manter nos próximos dias, pelo que de novo apela a ASPROCIVIL para que as entidades com responsabilidades na reposição da normalidade, não deixem de aproveitar estas horas de acalmia, para desenvolver trabalhos nesse âmbito, mas também para tomar medidas de prevenção face a novo ciclo de eventos atmosféricos adversos.

Este aspeto é tão mais importante, quanto o fato de tanto as infraestruturas, como os meios e os recursos estarem um pouco mais fragilizados em consequência dos acontecimentos destes 2 dias anteriores.

Nestes termos importa apelar uma vez mais as Empresas (publicas ou privadas) que prestam Serviços Públicos de necessidades primárias, em especial os de Energia, Gás, Telecomunicações, mas também as concessionárias de Estradas e Autoestradas, bem como Câmaras Municipais (a quem também cabe responsabilidade na garantia da mobilidade e segurança nas suas vias) para continuarem adotarem comportamentos de prevenção, reposição de normalidade, garantindo e reforçando a mobilização preventiva e o pré-posicionamento de meios (humanos e materiais) bem como aumento quantitativo e qualitativo dos mesmos, pelo menos enquanto durarem os sucessivos alertas.

MANUTENÇÃO DAS MEDIDAS DE AUTO-PROTEÇÃO

Por fim a ASPROCIVIL REEITERA DE NOVO o apelo para a manutenção das medidas de prevenção e autoproteção para situações deste tipo a saber:

 

  • Redobrar nos cuidados de condução rodoviária, considerando a diminuição da visibilidade e da formação de lençóis de águas nas estradas.
  • Verificar a limpeza dos sistemas das águas pluviais em especial de objetos que se possam ter acumulado e que diminuam a capacidade de escoamento das águas;
  • Em caso algum entrar a pé ou em viaturas em inundadas, pois assim se prevenirá acidentes decorrentes da existência de buracos ou caixas de esgoto abertas;
  • Evite circular no interior das matas e florestas em especial sem companhia;
  • As estruturas acima referidas que não tiverem bem fixas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas são elementos perigosos que podem produzir acidentes graves em pessoas, bens e animais;
  • Evitar permanecer junto de áreas arborizadas, ou com elementos suspensos;
  • Não pratique qualquer tipo de desporto na zona costeira ou ribeirinha, enquanto durar o alerta.
  • Caso circule na zona costeira e ribeirinha lembre-se que esta é propícia a ondas e cheias rápidas que podem levar ao arrastamento de pessoas e bens, devendo por isso evitar estes locais;
  • Se mora ou tem bens junto destas zonas previna a inundação e os estragos colocando a salvo os bens mais valiosos ou outros, passiveis de serem perigosos para as pessoas animais e ou ambiente retirando-os das zonas ou colocando-os em prateleiras altas.
  • Procure informações sobre a evolução do estado do tempo nos Agentes da proteção civil (Bombeiros, Autoridades) e nos serviços Municipais de Proteção Civil.

 

Se todos fizermos o trabalho de prevenção que nos compete, este e outros fenómenos que por vezes nos atingem, e que com as alterações climáticas tendem a aumentar de número e de intensidade, teriam um impacto muito menor.

 

Ricardo Ribeiro

Presidente ASPROCIVIL

CONTACTO PARA ESCLARECIMENTOS: 919801810

 

COMUNICADO Nº 3/2014

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COMUNICADO Nº 3/2014

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS

 

Melhor difusão dos Alertas e das Medidas de Autoproteção

 

Tem sido evidente nos últimos dias que o País tem sido assolado por condições Meteorológicas adversas com impactos diversos negativos aos vários níveis da sociedade.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, (ex- Instituto de Meteorologia) tem vindo a “avisar” que estas condições irão agravar-se ainda mais nos próximos dias, com especial relevo em alguns Distritos com elevado índice demográfico.

Nestes termos pretende a ASPROCIVIL alertar as Empresas (publicas ou privadas) que prestam Serviços Públicos de necessidades primárias, em especial os de Energia, Gás, Telecomunicações, mas também as concessionárias de Estradas e Autoestradas, bem como Câmaras Municipais (a quem também cabe responsabilidade na garantia da mobilidade e segurança nas suas vias) para adotarem comportamentos de prevenção, garantindo a mobilização preventiva e o pré-posicionamento de meios (humanos e materiais) e o aumento quantitativo e qualitativo dos mesmos, pelo menos enquanto durarem os sucessivos alertas.

Este alerta é importante porque tem sistematicamente falhado ao longo dos anos, dando por vezes origem situações de perigo ou de acréscimo de vulnerabilidades desnecessárias, bem como ao aumento dramático da reposição da normalidade.

Considerando as condições meteorológicas previstas, é expectável:

 

  • A queda de árvores ou pernadas e de objetos suspensos, como estruturas, elementos decorativos, painéis de publicidades etc…
  • Rodovias perigosas com formação de lençóis de água, existência de neve ou gelo nas estradas;
    • Cheias em zona urbanas onde não é habitual este fenómeno.
    • Inundação linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
    • Linhas aéreas em condições precárias.
    • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas.
    • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
    • Possíveis acidentes na zona costeira, nomeadamente galgamento costeiro
    • Movimentos de massas associados à saturação dos solos.
    • Objetos provisórios (em obras, em especial os suspensos).
    • Estruturas de construção provisórias ou não em risco de derrocada.
    • Sinais de trânsito mal fixados ou soltos.
    • Objetos suspensos nos prédios (vazos, madeiras, etc…)
    • Objetos transportados em viaturas.
    • Máquinas, como gruas e similares com assentamentos frágeis ou pouco consistentes.

Nestes termos e tendo em conta esta realidade adversa a ASPROCIVIL apela de novo, tal como em situações anteriores, a todos os operadores do setor da proteção civil (Autoridade Nacional de Proteção Civil, agentes da Proteção Civil, Entidades Publicas e Privadas, Órgãos de Comunicação social, Serviços Municipais de Proteção Civil, e aos cidadãos em geral que desenvolvam ações com vista à difusão por todos os modos possíveis nomeadamente através das rádios, Televisões, Jornais e rede de GSM/3G (SMS – telemóveis) para as zonas onde se prevê maior impacto das condições adversas das Medidas de prevenção e autoproteção para situações deste tipo a saber:

 

  • Redobrar nos cuidados de condução rodoviária, considerando a diminuição da visibilidade e da formação de lençóis de águas nas estradas.
  • Verificar a limpeza dos sistemas das águas pluviais em especial de objetos que se possam ter acumulado e que diminuam a capacidade de escoamento das águas;
  • Em caso algum entrar a pé ou em viaturas em inundadas, pois assim se prevenirá acidentes decorrentes da existência de buracos ou caixas de esgoto abertas;
  • Evite circular no interior das matas e florestas em especial sem companhia;
  • As estruturas acima referidas que não tiverem bem fixas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas são elementos perigosos que podem produzir acidentes graves em pessoas, bens e animais;
  • Evitar permanecer junto de áreas arborizadas, ou com elementos suspensos;
  • Não pratique qualquer tipo de desporto na zona costeira ou ribeirinha, enquanto durar o alerta.
  • Caso circule na zona costeira e ribeirinha lembre-se que esta é propícia a ondas e cheias rápidas que podem levar ao arrastamento de pessoas e bens, devendo por isso evitar estes locais;
  • Se mora ou tem bens junto destas zonas previna a inundação e os estragos colocando a salvo os bens mais valiosos ou outros, passiveis de serem perigosos para as pessoas animais e ou ambiente retirando-os das zona ou colocando-os em prateleiras altas.
  • Procure informações sobre a evolução do estado do tempo nos Agentes da proteção civil (Bombeiros, Autoridades) e nos serviços Municipais de Proteção Civil.

 

Se todos fizermos o trabalho de prevenção que nos compete, este e outros fenómenos que por vezes nos atingem, e que com as alterações climáticas tendem a aumentar de número e de intensidade, teriam um impacto muito menor.

 

Ricardo Ribeiro

Presidente ASPROCIVIL

CONTACTO PARA ESCLARECIMENTOS: 919801810

Actualizado em Terça, 25 Fevereiro 2014 10:22
 

AsproCivil, foi recebida pelo grupo Parlamentar do PSD

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A AsproCivil, esteve reunida com o grupo Parlamentar do Partido Social Democrata na tarde do passado dia 24 de outubro de 20013.
Fomos recebidos pelo deputado Pedro Lynce em representação do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata, contando com a presença do seu Presidente Dr. Ricardo Ribeiro, os seus Diretores Operacionais Nacionais, Dr. Jorge Carvalho da Silva e Gui Santa Rira.
Na referida Reunião a AsproCivil teve oportunidade de debater vários temas do setor da proteção civil, sendo que se destacam para alem das debatida com outros grupos parlamentares, a área ardida em Portugal, os deficientes equipamentos de proteção individual dos Bombeiros Portugueses, o incumprimento dos municípios na não nomeação dos COM (Comandante Operacional Municipal) que representa que apenas 20% têm os mesmo nomeados de acordo com a lei, o não cumprimento dos municípios em terem SMPC (Serviços Municipais de Proteção Civil), a falta de planos municipais de Proteção Civil e na existência dos mesmos estes estarem desatualizados ou não elaborados por técnicos superiores de proteção civil, a alteração dos CADIS e CODIS junto à fase CHARLIE (alteração das equipas em altura critica para a vigilância e combate a incêndios florestais, bem como a falta de conhecimento que os nossos governantes têm em relação aos técnicos superiores de proteção civil.
A todas estas questões o deputado Pedro Lynce, lançou o repto à AsproCivil que iria propor que esta pudesse ser ouvida na comissão a ser criada sobre os incêndios florestais 2013, presidida pela Dra. Assunção Esteves, reconhecendo desta forma a importância desta associação no setor da proteção civil nacional.

Actualizado em Terça, 25 Fevereiro 2014 11:04
 


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